Neurociência, meditação  e compaixão para sua melhor versão

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Um pouco da história e da paixão em ajudar pessoas

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Meu nome é Ivo, aprendi a meditar aos 14 anos e posso afirmar que isso mudou minha vida...

 

Aos 17, logo após perder meu melhor amigo afogado em um rio e quase ter o mesmo destino por tentar o ajudar, resolvo me mudar para São Paulo com o bolso vazio e a mala cheia de sonhos. 

 

Moro por meses em uma rodoviária, trabalho em lugares terríveis e alguns desumanos, passo por situações inimagináveis, e nos 10 anos seguintes tudo o que vejo e vivencio passa longe do conceito da compaixão, com raras exceções. Durante esses anos a meditação, a compaixão e os conceitos básicos da neurociência, além do apego aos sonhos, são meu porto seguro.

 

Transformo cada erro em uma oportunidade e exatamente 10 anos depois, em 2006, tenho o dinheiro necessário para um dos primeiros sonhos, uma empresa baseada em tecnologia e inovação e que tenha em seus valores ajudar pessoas a realizarem mais sonhos. Quatro anos depois dou o primeiro passo para um projeto sem fins lucrativos que perdura até hoje, e que ajuda as pessoas através do entendimento da neurociência, do treino em meditação e do uso da compaixão. Nessa mesma data conheço a pessoa que viraria minha vida do avesso e me ensinaria a amar como nunca, minha filha =]

 

Dois anos mais e a empresa se torna o terceiro maior market share do mercado, nessa mesma data devido ao ritmo de viagens dentro e fora do Brasil e o volume de trabalho que facilmente chegava a 18 horas por dia tive um mal súbito e o resultado foi um diagnóstico "errado" de uma doença terminal que me tirou a paz por quase 2 anos. Por conta desse diagnóstico resolvo vender a empresa e me dedico a um aplicativo que torna possível enviar mensagens para serem lidas no futuro, o motivador disso, o diagnóstico de algo terminal e a vontade de fazer parte da vida de minha filha de todas as formas possíveis caso o diagnóstico se confirmasse. Ao fim descubro que o diagnóstico estava errado e que meu sistema autônomo havia criado um gatilho que derrubava a pressão do corpo e fazia o coração criar várias extra sístoles muito fortes seguidas de uma tontura que não raramente me forçava a sentar para não cair. 

O motivador, por mais incrível que possa parecer e com quase toda a certeza foi o excesso de cortisol, ou em outras palavras, o estresse. Durante esse tempo e tendo já realizado todos os sonhos que busquei ao sair de uma cidade de pouco mais de 5.000 habitantes no sul de Minas Gerais (da casa dos sonhos, aos carros, motos, viagens, dinheiro, sócios de renome no mundo todo, e o mais importante, uma família incrível) me dedico a rodar o mundo, praticar e estudar como nunca em busca de conhecimento sobre quem realmente somos e nossa capacidade de mudar tudo aquilo que nos incomoda, e foi aí que a neurociência ganhou muita força. Eu já meditava e estudava sobre isso há muito tempo, mas nunca havia parado para pensar no que realmente acontece em termos biológicos e em como ciência e espiritualidade (independente de religião) poderiam se conectar.

Me especializei em neurociência pelo Albert Einstein em São Paulo, criei e vendi algumas startups, fiz uma dezena de cursos complementares e aumentei a frequência das turmas que eu treinava nos conceitos de meditação, compaixão e neurociência. Por uma incrível sincronicidade, acabei conhecendo e me tornando amigo e sócio de um professor, filantropo, empreendedor, escritos de best sellers, amigo pessoal do Dalai Lama e neurocirurgião na Universidade de Stanford. E foi ali que a compaixão ganhou ainda mais espaço em minha vida, ao ponto de eu reformular toda a metodologia de meu projeto sem fins lucrativos para o foco na compaixão, além de me especializar no assunto pelo CCARE Stanford e começar um curso de medicina, tudo isso paralelo a gestão de minha outra startup.

Em meados de 2018 minha filha me pede para criar um curso de meditação e compaixão para suas amigas, pois ela via o sofrimento delas na escola por conta da pressão dos pais e de bullying e queria ajudar. Nessa mesma data convido duas incríveis alunas de meu curso, então chamado mEdite.me, para trabalhar comigo nessa jornada incrível sem fins lucrativos e poder alcançar mais pessoas, e em 2020 se junta a nossa equipe um neurocientista também incrível, o resultado disso é um novo curso com turmas mistas e turmas só de mulheres, uma nova metodologia e um novo nome, Desperta!

Hoje me dedico ao mais importante, minha família, e também a gestão dos negócios que criei, aos estudos no CCARE Stanford, ao curso de medicina, ao Desperta! que sempre foi e sempre será uma paixão que visa ajudar as pessoas a conquistarem aquilo que realmente precisam e que sempre foi e sempre será sem fins lucrativos, e a treinamentos individuais e coletivos, além de palestras nos temas de compaixão, meditação e neurociências, no Brasil e fora. 

No passado conheci de perto, muito perto, a tristeza, a violência, a falta de um teto, a falta de dinheiro, o fracasso, abusos e a falta de esperança em todos os sentidos, e sei da importância de se conhecer sobre quem realmente somos, e sobre nosso potencial real. Aqui entra a resposta de por que, mesmo quando eu precisava de dinheiro nunca cobrei pelo curso, e a resposta é a compaixão. Diferente de empatia ter compaixão significa reconhecer um sofrimento e querer ver esse sofrimento aliviado, e é justamente isso que busquei fazer ao criar esse projeto.

Em 2019 duas ex-alunas incríveis e super dedicadas se juntaram a mim, Lu Branco e Ca Holpert, e juntos aperfeiçoamos o curso e expandimos o número de alunos em algumas centenas, deixando ainda mais incrível aquilo que já era bom!

Hoje, por experiência própria e dados e mais dados analisados, nós sabemos que quando nosso cérebro muda a gente muda, mas acima de tudo sei que quando o coração muda, tudo muda! Um indício disso é nosso coração possuir neurônios e enviar mais informações para nosso cérebro do que o contrário, mas isso é um papo para outra oportunidade.

Você me encontra no @mymagicbrain